14/10/2026 08:25:00

Max reafirma foco em moradia para idosos e atendimento a crianças neurodivergentes

Deputado quer ampliar modelo habitacional implantado em Jaciara e criar política estadual de atendimento especializado nos municípios

Max reafirma foco em moradia para idosos e atendimento a crianças neurodivergentes - Notícias - Mato Grosso digital
O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), reafirmou duas prioridades para o próximo mandato: ampliar o modelo de condomínio habitacional para idosos e criar uma política pública estadual voltada ao atendimento de crianças neurodivergentes.
 
 
Em entrevista ao programa Bom Dia MT (TVCA), nesta terça-feira (13), Max destacou que as propostas estiveram entre os compromissos apresentados durante a campanha eleitoral. Segundo o parlamentar, o objetivo é garantir mais qualidade de vida à população idosa e ampliar o acesso das famílias ao atendimento especializado.
 
 
 
ACOLHIMENTO ESPECIALIZADO
Uma das prioridades é levar para outros municípios o modelo da Vila Aconchego, implantado em Jaciara, município a cerca de 140 km de Cuiabá. O projeto conta com 54 casas mobiliadas destinadas a idosos, além de espaços de convivência, academia, salão de festas e estrutura para acompanhamento de saúde.
 
 
Além da moradia, Max explicou que o condomínio oferece atenção às necessidades da população idosa. Nesse sentido, o modelo prevê acompanhamento periódico de profissionais de saúde. As unidades também são destinadas a outros beneficiários quando deixam de ser ocupadas.
 
 
“A expectativa de vida está aumentando, isso é muito bacana, mas não adianta aumentar sem qualidade de vida”, afirmou.
 
 
Segundo o deputado, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), já manifestou interesse em implantar um projeto semelhante no município.
 
 
Outra prioridade apresentada por Max é a criação de uma política estadual de cofinanciamento para que os municípios ofereçam atendimento especializado a crianças neurodivergentes.
 
 
“Você tem que ter um mínimo: salas sensoriais e profissionais para atender, fazer os laudos e dar acompanhamento”, defendeu.
 
 
 
 
Crédito: Aline Coêlho e Luiza Vieira./ Foto: Gil Gomes
 
 
 
 
 
 

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