28/11/2025 08:06:00

Como uma marca brasileira quer conquistar o mercado mundial de relógios

Acto, marca brasileira fundada por Thiago Chiká, anunciou, com exclusividade ao InfoMoney, o investimento de Thiago Nigro, conhecido como Primo Rico

Como uma marca brasileira quer conquistar o mercado mundial de relógios - Notícias - Mato Grosso digital

Somente em 2025, o mercado mundial de relógios gerou uma receita de US$ 126,9 bilhões – ou R$ 676 bilhões, na conversão de 17 de novembro de 2025 –, e 50% das vendas são de produtos de alto padrão. Os dados são da Statista, que também faz uma projeção de crescimento de 5,7% do mercado como um todo até 2030. 

 

Em um setor ainda dominado pelas empresas suíças, uma companhia quer colocar o Brasil no mapa da relojoaria de alto padrão, e vai contar com o investimento de Thiago Nigro, conhecido como o Primo Rico, e de seus sócios no Grupo que fundou. A Acto, marca brasileira de relógios, anunciou, com exclusividade ao InfoMoney, que Nigro e seus sócios realizaram a aquisição de uma participação minoritária na empresa. O valor do investimento não foi revelado. 

 

“Nosso primeiro contato aconteceu em abril e fechamos o deal em setembro”, afirma Thiago Chiká, fundador da Acto. Chiká explica que não se trata de mídia por equity, nem de investimento-anjo. “É uma sociedade e mentoria para acelerar nosso crescimento. Queremos crescer organicamente, gerando caixa. Nosso sonho grande é ser a marca brasileira mais desejada e chegar em 2030 valendo mais de R$ 1 bilhão”, afirma

 

 

Fundada em 2020, a empresa tem, hoje, uma equipe interna de design que desenvolve os modelos e manda as especificações de produção para fábricas homologadas e auditadas por empresas suíças na China. As peças são importadas e os relógios são montados em uma fábrica terceirizada em Manaus, no Amazonas. 

 

Parcerias estratégicas

Apesar do pouco tempo de vida, a companhia já realizou parcerias estratégicas com a estilista Patricia Bonaldi, fundadora da marca PatBo, com o piloto Felipe Drugovich, e com o diretor criativo da Cimed, Erich Shibata. 

 

Com um ticket médio próximo a R$ 10 mil, a Acto vendeu entre 1.000 e 1.300 relógios em 2024, e tem a projeção de mais que dobrar as vendas para 2.700 unidades em 2026. 

 

A entrada dos sócios do Grupo Primo, avaliado em mais de R$ 1 bilhão após aporte recente da XP, traz para a Acto não apenas capital, mas também mentoria, expertise e acesso a uma rede de investidores e especialistas.

 

“Mais do que um investimento, essa parceria simboliza uma convergência de valores e propósito”, afirma Chiká. O objetivo é claro: acelerar a expansão da marca, fortalecer sua governança e posicioná-la como a principal referência brasileira no universo masculino de luxo.

 

 

 

Foto: Divulgação

Por: Mariana Amaro / InfoMoney

 

 

 

 

 

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