30/07/2020 07:25:00

Boi gordo: preços sobem em algumas praças devido à oferta restrita.

Mas dinâmica do mercado pode mudar em agosto, com os frigoríficos de maior porte contando com a entrada de boiadas negociadas na modalidade a termo.

Boi gordo: preços sobem em algumas praças devido à oferta restrita. - Notícias - Mato Grosso digital

O mercado físico de boi gordo segue com preços firmes, de acordo com a consultoria Safras. “Os frigoríficos em geral continuam operando com escalas de abate encurtadas, em um ambiente ainda pautado pela restrição de oferta”, diz o analista Fernando Henrique Iglesias.

 

Segundo ele, a dinâmica do mercado pode apresentar mudanças ao longo de agosto, com os frigoríficos de maior porte contando com a entrada de boiadas negociadas na modalidade a termo, o que pode resultar em algum alívio nas escalas de abate.

 

“Em relação à demanda, persiste um maior otimismo no mercado doméstico, com a celebração do Dia dos Pais atuando como motivador do consumo na primeira quinzena de agosto. Por fim, fica a expectativa em relação ao posicionamento da China no mercado, que segue tentando endurecer as regras para exportação de proteína animal, ainda carregando preocupações em torno da presença da Covid-19 dentro dos frigoríficos. E é importante reforçar que essas medidas não se restringem ao Brasil”, completa.

 

Na capital de São Paulo, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 220 por arroba, estáveis, mas com negócios sendo registrados acima da referência, segundo a Safras. Em Uberaba (MG), as cotações seguiram em R$ 216 por arroba. Em Dourados (MS), passaram de R$ 210 para R$ 211 por arroba. Em Goiânia (GO), subiram de R$ 210 para R$ 212 por arroba. Já em Cuiabá (MT), o preço ficou em R$ 198 a arroba, inalterado.

 

Atacado

 

No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram entre estáveis a mais altos. “A tendência é que os preços continuem subindo, com as exportações enxugando a oferta e a perspectiva de aumento no consumo doméstico na primeira quinzena de agosto”, diz Iglesias.

 

Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 12,30 o quilo. O corte dianteiro seguiu em R$ 12,65 o quilo, e o corte traseiro subiu de R$ 14,10 por quilo para R$ 14,20 o quilo.

 

 

 

 

 

 

 

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