22/02/2021 07:51:00

Estudo conclui que filhos de casais gays se saem melhor nas escolas

No estudo da American Sociological Review foram avaliadas 2.971 crianças com pais do mesmo sexo e 1,2 milhão de crianças com pais héteros

Estudo conclui que filhos de casais gays se saem melhor nas escolas - Notícias - Mato Grosso digital

Segundo um estudo feito na Holanda e publicado pela American Sociological Review, crianças criadas por casais gays tendem a ter notas mais altas nas escolas quando comparadas as crianças de pais héteros.

 

Nesse estudo foram avaliadas 2.971 crianças com pais do mesmo sexo, sendo 2.786 casais lésbicos e 185 casais gays, e cerca de 1,2 milhão de crianças com pais héteros. A conclusão foi de que as crianças que cresceram com pais homossexuais têm 4,8% mais probabilidade de se formar do que crianças com pais héteros, além de terem uma nota maior no “teste CITO”, que compreende diversas habilidades diferentes, como leitura, matemática, gramática etc.

 

Segundo os autores, o estudo mostra que não necessariamente crianças precisam de pais de gêneros diferentes para ensinarem habilidades diferentes. Some isso ao fato de que as crianças de pais gays geralmente têm status socioeconômico mais alto do que pais heterossexuais, o que também contribui para melhores resultados escolares, além de que os pais homossexuais também têm maior motivação para se terem seus filhos.

 

O estudo também mostra que crianças com duas mães tendem a passar mais tempo com elas, o que é benéfico para seu desenvolvimento: “Famílias compostas por duas mães podem apresentar um maior esforço no cuidado, comunicação e intimidade com seus filhos” – dizem os pesquisadores.
 

 

 

 

 

 

Este não é o primeiro estudo que avalia filhos criados por casais homoafetivos. Em 2018, a Universidade Sapienza, na Itália, analisou crianças com idades entre 3 e 11 anos, filhos de casais de diversas orientações sexuais, e concluiu que não havia diferença no desenvolvimento psíquico dos pequenos, transformando em dado científico aquilo que, clinicamente, os especialistas já defendiam, que a atividade parental é baseada em amor, regras e valores.

 

Já um da revista Pediatrics em 2010 mostrou que não há muita diferença na autoestima das crianças adotadas por pais gays, sendo que filhos de mães lésbicas geralmente tinham mais autoestima que as outras e um outro do American Journal of Orthopyschiatry mostra que filhos de casais gays são mais tolerantes e empáticos com o outro.

 

 

 

 

 

 

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